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31 de jan. de 2011

Arqueólogos descobrem tumba milenar Moche no Peru.

Arqueólogos trabalhando no norte do Peru descobriram uma tumba com restos mortais de integrantes de uma civilização que habitou a região há cerca de 1,6 mil anos.
Os restos, de um adolescente de cerca de 13 anos, de uma mulher e de um homem, seriam de membros da elite da civilização Mochica (ou Moche), que dominou a costa norte peruana entre a época do nascimento de Cristo e o século 8. O adolescente foi encontrado em um caixão cercado por urnas e oferendas, entre elas, reproduções de amendoins e objetos de cobre. De acordo com os arqueólogos, nozes pequenas, como o amendoim, significavam vida após a morte. A apenas 20 metros do local já havia sido descoberto o mausoléu do chamado "Senhor de Sipan", líder dos Mochicas. Os membros da comunidade recém-descobertos teriam morrido pouco tempo antes do líder. O achado teria grande importância histórica porque ajuda os estudiosos a reconstruírem a hierarquia do povo. Até o momento, os arqueólogos só estudaram os restos mortais do adolescente. A mulher e o homem, que estariam num caixão folheado a cobre e cobre dourado, ainda estão sendo examinados. Fontes:
UOL notícias Walter Alva - Museu das Tumbas Reais de Sipan/Peru.

27 de dez. de 2010

Recriação facial mostra menina grega de 2,5 mil anos.

Cientistas reconstruíram o rosto de uma menina grega de 11 anos que morreu no ano 430 antes de Cristo, há quase 2,5 mil anos. O esqueleto da menina, batizada pelos cientistas de Myrtis, foi encontrado em uma antiga vala comum em Atenas durante as obras para a construção do metrô em 1995. Na vala ainda estavam 150 homens, mulheres e crianças.



Usando uma tecnologia 3D, geralmente usada para múmias egípcias, os cientistas conseguiram reconstruir a face de Myrtis a partir de seu crânio.


O professor e ortodontista da Universidade de Atenas, Manolis Papagrigorakis, afirma que eles conseguiram o crânio intacto da menina, com a mandíbula, dentes e até os dentes de leite, o que ajudou na reconstrução. O professor acrescenta que eles conseguiram chegar a 95% de aproximação com a realidade.


Os cientistas retiraram amostras de DNA dos dentes de outros crânios encontrados na vala em Atenas e concluíram que eles morreram de febre tifoide, uma doença que matou muitos naquele período da história da Grécia.


O rosto de Myrtis vai ficar exposto em Atenas, e a Organização das Nações Unidas (ONU) a transformou em uma representante das Metas do Milênio da organização, para aumentar a conscientização para saúde infantil.


Fontes:
Noticias.terra